Quão magnífico é o teu nome!

Jônatas da Cunha Ferreira

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No Salmo 8 Davi faz algo que devemos fazer constantemente: colocar diante dos olhos o maravilhoso poder e majestade da glória de Deus. Ele reconhece quem é o Criador e Senhor de todas as coisas e quão grande e gloriosa é a majestade de Deus: Ó SENHOR, Senhor nosso, quão magnífico em toda a terra é o teu nome! (v.1).

Todavia, há pouca preocupação entre os que se dizem cristãos com a glória e majestade de Deus. Para muitos, Deus é apenas um realizador caprichos e desejos particulares. O que precisamos é reconhecer que Deus é o único Deus e não há outro, sem permitir que os cuidados do mundo roubem a primazia Dele em nossos corações. Precisamos reafirmar sua exclusividade e, ao olhar as grandes coisas desse imenso universo bem como as pequenas coisas que Ele fez, dobrar-nos em reverente adoração.

Não só das coisas fortes e poderosas do universo Deus suscita o louvor a si mesmo, mas também coisas frágeis e pequeninas: da boca de pequeninos e crianças de peito suscitaste força, por causa dos teus adversários, para fazeres emudecer o inimigo e o vingador (v.2). E com as coisas pequeninas e insignificantes aos olhos humanos Deus silencia os seus inimigos, porque ninguém pode fazer o que Ele faz ou ser como Ele é. Todos tem de silenciar diante Dele.

Depois de perceber a grandeza da glória de Deus, Davi fica surpreso: Quando contemplo os teus céus, obra dos teus dedos, e a lua e as estrelas que estabeleceste, que é o homem, que dele te lembres e o filho do homem, que o visites? (vv.3,4). Mesmo sendo tão grande, independente e suficiente em si mesmo, Deus se lembra, se importa e caminha com o homem. Mesmo com o contraste entre o Criador e a criatura, o Criador, de maneira extraordinária, manifesta a sua bondade: Fizeste-o, no entanto, por um pouco, menor do que Deus e de glória e de honra o coroaste. Deste-lhe domínio sobre as obras da tua mão e sob seus pés tudo lhe puseste… (vv.5-8). Deus nos fez a sua imagem e semelhança e nos deu domínio sobre a criação para louvor do seu próprio Nome. Essa é a nossa essência.

Mas, como viver para a Glória a Deus? Tudo que fizermos deve ser feito para relfetir todo o brilho da glória divina, afinal dele, por meio dele e para ele são todas as coisas (Rm 11.36). Todavia, podemos dizer que Deus é glorificado quando: amamos os nossos irmãos (Jo 13.34,35); quando nos tornamos mais parecidos com Cristo (Ef 4.15); quando servimos os outros com nossos dons (1Pe 4.10,11); quando falamos Dele aos outros (2Co 4.15). Essa suprema glória deve ser refletida na maneira que vivemos, sentimos e pensamos porque para isso fomos criados. Então, pergunte a si mesmo: como tenho eu relfetido a glória de Deus em minha rotina diária?

Jônatas da Cunha Ferreira • iptubarao.wordpress.com
CC BY-NC-ND 3.0 • This work is licensed under a Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-Vedada a criação de obras derivadas 3.0 Brasil License
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