Uma Igreja discipuladora

Jônatas da Cunha Ferreira

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Temos aprendido que uma igreja saudável é bíblica, piedosa, acolhedores e simples. Mas, ainda é preciso destacar um último ponto da descrição de Lucas faz dos cristãos do 1º Século: “… e contando com a simpatia de todo o povo. Enquanto isso, acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos” (v.47b).

Aqueles homens e mulheres, crentes no Senhor Jesus, eram apaixonados por Deus e viviam um amor nunca antes visto. O resultado disso era que a Igreja crescia de maneira constante. Eles estavam comprometidos em influenciar as pessoas que estavam por perto. Desejavam apenas ser como Jesus e fazer discípulos de Jesus em obediência à sua ordem: Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações (Mateus 28.19).Eram pessoas simples, com um amor profundo, que compartilhavam a fé verdadeira e uma esperança viva.

Da mesma forma devemos viver. Temos uma esperança tão viva em Jesus Cristo que não podemos deixar de repartir e compartilhar isso com os outros. Temos de desejar fazer discípulos. Assim, seremos uma igreja discipuladora. Pessoas simples, com amor profundo, compartilhando a fé verdadeira e uma esperança viva.

Isso requer manter uma fé pública. Os cristãos da igreja primitiva não esconderam que eram “do caminho”. Cristãos que fazem discípulos – que compartilham sua fé e esperança – não se envergonham do evangelho. Não se escondem. Antes, tornam pública a sua fé de modo que saibam que é um cristãos e que submete sua vida a Jesus Cristo.

Jamais atrairemos alguém a Cristo se nos envergonharmos de Cristo. As pessoas pensarão: se ele, que é crente, tem vergonha, então esse negócio não deve ser bom.

Isso não significa que a gente precisa adotar uma retórica bíblica toda hora. Mas, requer cuidar do nosso testemunho. Requer o desejo de crescer em Cristo para que Cristo brilhe em nós. Isso nos levará a influenciar o mundo ao redor e encontrar espaços onde poderemos compartilhar nossa fé e a nossa alegria em Deus. Assim, como disse Jesus: “brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” (Mateus 5.16).

Se nós somos a igreja, então o crescimento da igreja é resultado do tipo de cristão que somos. Ela crescerá a medida que nos tornamos discipuladores, comprometidos com uma fé pública e o testemunho pessoal. Mas às vezes a gente pode pensar: “Eu não sei como fazer”. Para isso Deus diz: “mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra” (Atos 1.8). Você deseja assumir o compromisso de ser um discípulo e um discipulador?

Jônatas da Cunha Ferreira • iptubarao.wordpress.com
CC BY-NC-ND 3.0 • This work is licensed under a Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-Vedada a criação de obras derivadas 3.0 Brasil License
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