Quando o desperdício é necessário

Elben M. Lenz César | Refeições Diárias com Jesus

“Muitos são chamados, mas poucos, escolhidos” (Mateus 22.14)

No púlpito do barco, Jesus ensina que nos esforços para anunciar o evangelho não deve haver economia. Ao contrário, os semeadores devem lançar a semente por aí afora, em qualquer tipo de terreno e não apenas em boa terra. Não é para passar de largo do terreno sabidamente não indicado, como aquele que está à beira do caminho, como aquele que tem muitas pedras e pouca terra e como aquele que está infestado de espinhos (Mateus 13.3-8).

Porque ninguém conhece o coração humano, a disposição ou a indisposição interior para aceitar ou rejeitar o evangelho, aquilo que em outras questões se denominaria desperdício precisa ser praticado no anúncio do Reino de Deus. Desde os tempos mais remotos até hoje tem havido muitas surpresas quanto ao acolhimento da Palavra de Deus. Quem poderia esperar que a protituta Raabe, da cidade cananeia de Jericó, viesse a ser mãe de Boaz, avó de Obede, bisavó de Jessé, tetravó de Davi e, por conseguinte, uma das ancestrais de Jesus (Mateus 1.5-6)? Esse tipo de desperdício é uma benção!

— Que Deus me torne um semeador incansável e livre de discriminação!

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