O paradoxo da cruz

Cada Dia

Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? (Marcos 15:34)

O grito de desamparo da cruz foi um brado didático. Com ele, Deus nos ensina quão grave é o pecado, a ponto de o Senhor virar as costas para o seu filho amado. A cena do desamparado no calvário é a confirmação da repulsa divina diante do mal, mas, igualmente, do seu amor incalculável.

Para que Jesus nos reconciliasse com o Eterno, ele devia experimentar a justa retribuição pela impiedade dos homens. Já que o salário do pecado é a morte, o cordeiro assumiu a dívida e pagou a conta morrendo em seu lugar. O que você devia, foi cancelado na cruz (Cl 2:14). No madeiro Cristo se fez pecado por nós para que fôssemos declarados justos pelo Deus de toda glória (2 Co 5:21).

Por isso houve abandono, para que você sentisse o abraço do Senhor. Lá naquela cruz, vê-se o juízo e a misericórdia se unindo num único evento. Cristo recebe a punição e, simultaneamente, a nós, Deus manifesta a sua misericórdia. Ao mesmo tempo em que cantamos Rude Cruz também podemos cantar Sim eu amo a mensagem da cruz. Se para Jesus ela foi maldita, para nós a cruz foi e sempre será bendita.

Ore — Muito obrigado, Senhor, pelo teu grande amor por mim. A morte do teu único filho foi eternamente planejada para que eu tivesse a vitória final. Louvo-te em nome de Jesus.

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