É tempo de semear – parte 2

Jônatas Cunha

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Estamos no tempo da semeadura. Um ano para preparar a terra e lançar a semente. É tempo de lançar os fundamentos sólidos do evangelho para formarmos uma igreja forte, sadia, dinâmica, profunda, que reflete para toda comunidade o grande amor de Deus. É tempo de marchar, proclamando a salvação do evangelho. É tempo de anunciar o Reino de Deus, de alargar as fronteiras. É tempo de crescer. É tempo de avançar.

Para sermos igreja forte, mais do que boas estratégias, é preciso profundidade espiritual no relacionamento com Deus. Richard Foster, autor de “A celebração da disciplina” disse: “A superficialidade é a maldição de nosso tempo. A doutrina da satisfação instantânea é, antes de tudo, um problema espiritual. A necessidade urgente hoje não é de um número maior de pessoas inteligentes, ou dotadas, mas de pessoas profundas”. Para alargar as fronteiras de nossa igreja é preciso alargar os limites de nosso relacionamento com Deus.

Para refletirmos o amor de Deus, precisamos experimentá-lo diariamente e vivê-lo intensamente em nosso meio através de uma comunhão sadia, de uma amizade profunda, de uma sinceridade plena, buscando a paz com todas as nossas forças.

Para sairmos de uma inércia improdutiva para uma semeadura abundante, é preciso planejamento. Na década de 80, a Mocidade Para Cristo realizou um encontro com aulas de reciclagem. Uma delas tratava do tema “Planejamento” e a premissa básica era: “quem não planeja, vive sob reação”. Uma simples frase, mas que revela a realidade.

Sem planejamento, apenas continuaremos reagindo a datas comemorativas, satisfazendo-nos com uma agenda cheia, mas sem saber onde queremos chegar. Sem planejamento nos tornamos semelhantes a um barco à deriva e chegaremos ao final do ano com a sensação de que nós não saímos do lugar.

Para sermos igreja dinâmica, precisamos ser cooperadores uns dos outros, unindo forças, somando esforços na unidade do corpo de Cristo pela cruz e pelo amor, sem divisões ou sentimento faccioso. Precisamos aprender com o apóstolo Tiago que repreendeu alguns crentes que se julgavam sábios e inteligentes, mas viviam em contendas e inveja (Tiago 3.13-18). Ele termina dizendo: “Ora, é em paz que se semeia o fruto da justiça, para os que promovem a paz” (v.18).

É tempo de marchar e avançar! É tempo de semear com abundância. É tempo de anunciar as boas novas. É tempo de conquistar e alargar nossas fronteiras para Cristo, em Cristo e por meio de Cristo que nos salvou para uma nova vida.

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