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Como Encontrar os Eleitos

Kenneth D. Johns

“E disse o Senhor em visão a Paulo: Não temas, mas fala, e não te cales; Porque eu sou contigo, e ninguém lançará mão de ti para te fazer mal, pois tenho muito povo nesta cidade.” Atos 18.9,10

Com freqüência, ouvimos a acusação de que a doutrina da eleição sufoca o espírito de evangelismo. Reivindica-se (e isto sem dúvida já ocorreu) que essa doutrina paralisou algumas igrejas ou departamentos missionários em seu alcance evangelístico. Eles disseram: “Não é nossa tarefa salvar os pagãos; quando Deus estiver pronto para salvar os eleitos, Ele o fará por Si mesmo.” Por isso, assentaram-se e nada fizeram. E, como resultado, a doutrina ganhou má reputação. Presume-se que a letargia de tais homens é causada por sua crença na eleição. Mas será que isso é verdade? É a doutrina ou os homens que merecem a culpa? Será que homens bons às vezes não fazem uso errôneo de uma doutrina correta? Não é possível que homens indiferentes e cabeças-duras torçam a verdade em benefício de si mesmos?

Os eleitos estão em nossas comunidades. Podemos encontrá-los à medida que oramos e confiamos na orientação do Espírito e na capacidade da Providência. Um incrédulo haverá de se mudar, para morar ao lado de um verdadeiro cristão, e encontrará a vida. Uma mudança em nossos compromissos de trabalho, em uma loja, colocará uma alma “vazia” ao lado de uma alma “plena”. Após algum tempo, ambas estarão plenas. Uma conversa casual no cabeleireiro resultará em uma alma sedenta encontrando água viva. Leia o resto deste post

5 razões porque Deus nos chama a esperar

Paul Tripp

No ministério, você será chamado a esperar e também achará pessoal e coletivamente difícil esperar. Então, é importante reconhecer que existem várias boas razões por que esperar não é meramente inevitável, mas necessário e útil. Aqui estão algumas dessas razões.

Porque vivemos em um mundo decaído

Somos chamados a esperar porque a condição decaída do mundo torna tudo o que fazemos mais difícil. Nada nessa vida ou no seu ministério realmente funciona como o originalmente pretendido. Algo mudou quando o pecado entrou no mundo, e ao repreender Adão, Deus resumiu essa mudança: “maldita é a terra… em fadiga obterás dela o sustento… ela produzirá também cardos e abrolhos… No suor do rosto comerás o teu pão” (Gênesis 3.17-19). O pecado trouxe atrito, problema, dor, suor, e outras milhares de complicações “cardos e abrolhos” para absolutamente todos os aspectos da vida. Encontramo-nos a espera porque tudo em um mundo decaído é mais trabalhoso e confuso do que ele realmente deveria ser.

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Soberania de Deus e Responsabilidade Humana na Evangelização

Se Deus é soberano, por que temos de pregar?

Como conciliar a soberania de Deus e a responsabilidade humana na Evangelização? Por que devemos compartilhar o Evangelho de Jesus Cristo com não-cristãos se Deus é soberano na salvação do homem? O Rev. Algustus Nicodemus Lopes responde a esta pergunta fazendo uma exposição bíblica na carta de Paulo aos Romanos (9.1-29) em sua 2ª Mensagem na 27ª Edição da Conferência Fiel para Pastores e Líderes (2011).

Autor: Augustus Nicodemus Lopes – Editora Fiel
Site: fiel.com.br
Permissões: CC BY-NC-SA 3.0 • Você tem a liberdade de compartilhar (copiar, distribuir, transmitir) e adaptar a obra, desde que adicione as informações de autoria, não utilize para fins comerciais e distribua sob licença igual ou similar a esta.

Esperança que não se desespera

Hernandes Dias Lopes

A esperança é o oxigênio que nos mantém vivos. Quem não tem esperança não vive, vegeta. Quem passa os anos de sua existência no desespero, acorrentado pelo medo e subjugado pela ansiedade, conhece apenas uma caricatura da vida.

A vida verdadeira é timbrada pela esperança, uma esperança tão robusta que espera até mesmo contra esperança. Foi assim com Abraão, o pai da fé. Deus lhe prometeu um filho, em cuja descendência seriam abençoadas todas as famílias da terra. Abraão já estava com o corpo amortecido. Sua mulher, além de estéril, já estava velha demais para conceber. A promessa de Deus, porém, não havia se caducado. Contra todas as possibilidades humanas, Abraão não duvidou por incredulidade, mas pela fé, se fortaleceu, dando glória a Deus e esperou mesmo contra a esperança. E o milagre aconteceu em sua vida. Isaque nasceu e com ele a esperança de uma descendência numerosa e bendita. A esperança que não se desespera tem algumas características:

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Quando o futuro parece sombrio

Hernandes Dias Lopes

Ansiedade é a doença mais democrática da nossa geração. Atinge pobres e ricos, jovens e velhos, doutores e analfabetos, cristãos e ateus. Ansiedade é ocupar-se com um problema que ainda não aconteceu. É sofrer antecipadamente. É deixar de viver hoje com medo do amanhã. É estrangulamento da alma, a asfixia das emoções, o cárcere da esperança.

Há muitas causas que provocam a ansiedade. Destacaremos algumas: Primeiro, a fraqueza inerente de nossa natureza humana. Somos absolutamente dependentes. Somos extremamente fracos e vulneráveis. Podemos ser vencidos por um vírus ou uma bactéria menor do que um cisco. Segundo, as circunstâncias adversas. Não conhecemos o futuro, nem administramos as circunstâncias à nossa volta. As rédeas da nossa vida não estão em nossas mãos. Estamos sujeitos às intempéries e vicissitudes da vida. Terceiro, relacionamentos turbulentos. As pessoas nos fazem sofrer mais do que as circunstâncias. As pessoas nos decepcionam e nós decepcionamos as pessoas. Quarto, o cuidado com as coisas materiais. Ficamos ansiosos acerca do que havemos de comer, beber ou vestir. A preocupação com as coisas nos consome e torna nosso futuro sombrio.

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A noiva estava linda…

Ronaldo Lidório

Regozijemo-nos, e exultemos, e demos-lhe a glória; porque são chegadas as bodas do Cordeiro, e já a sua noiva se preparou. (Apocalipse 19:7)

Há um ar de desapontamento com a Igreja em nosso país. Ouço vozes esmorecidas e vejo olhares que não brilham mais. É o desencanto com a Noiva.

Noto que a desilusão vem pela tristeza ao ver cenários onde o louvor e a pregação se transformam em fonte de lucro e não conseqüência de corações transbordantes. Pela proliferação de igrejas cada vez mais cheias, porém aparentemente tão vazias, menos comprometidas com a Palavra, sem sêde de santidade e paixão pelos perdidos. Segue pela tênue linha que por vezes parece não distinguir muito bem Igreja e mundo, especialmente quando o binômio interesse e finanças se apresenta, e ainda pela dificuldade em identificar a Igreja de Cristo em meio aos movimentos religiosos.

O desencanto faz o povo olhar para o passado e relembrar os velhos tempos. Comenta-se sobre os pastores à antiga e dias quando a Igreja ainda via simplesmente na Palavra razão suficiente para o santo ajuntamento. Tempos quando o constrangimento por ser crente era resultado da discriminação, porém jamais identificação com o injusto e o desonesto. Por fim suspira-se desanimado. Leia o resto deste post

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