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Você sabe quando foi salvo?
Russell D. Moore
27 de outubro, uma data importante para mim. Naquele dia, muitos anos atrás, eu era um jovem caminhando sozinho sob um céu estrelado em minha cidade natal, Biloxi, no Mississippi. Eu estava lutando com quem eu era e com o que minha vida significava. E ali, olhando para o firmamento do espaço lá em cima, eu cri em um Estranho da Noite para que me perdoasse, e que me levasse para onde quer que Ele quisesse. O Evangelho não era novidade para mim, e os ensinamentos de Jesus não eram novos para mim. Participei durante anos e anos de Escola Dominical e de Escolas Bíblicas de Férias. Mas, de alguma forma, Eu sabia naquele momento que o ponto central de todas essas coisas era verdade: o Evangelho. Era como se eu ouvisse uma voz.
A razão pela qual eu escrevo aqui é porque a minha história não nada típica como as histórias da maioria dos cristãos que conheço, e muitos se sentem culpados por isso. Muitos acreditam que, se realmente abraçaram o Evangelho, eles deviam ter um momento, uma data, no qual eles passaram do reino das trevas para o reino da luz.
Às vezes nossas igrejas reforçam esse mal entendido. Pregadores falam sobre a certeza da salvação como se fosse lembrar-se de uma experiência passada, e fazem uma autópsia mental acerca da sinceridade disso. As pessoas que permitimos que dêem testemunhos em nossas igrejas e em nossas publicações todas parecem ter um conto dramático para contar.
Não é disso que o Evangelho fala. Leia o resto deste post
De sons e silêncio
Jeremy Walker
Como muitos, talvez você fique chocado com quão frequentemente o Senhor Jesus ordena que aqueles que ele curou mantenham silêncio sobre o que aconteceu e a ordem é imediatamente não apenas ignorada, mas absolutamente violada.
“Horror!”, dizemos, “Eles não o escutaram? Eles não estavam ouvindo quando ele disse para não contar nada? Se Jesus dissesse isso para mim, certamente eu o obedeceria”.
É claro que sim, amigo, porque concorda perfeitamente com sua prática atual. Você está muito feliz por não falar nada sobre o Senhor Cristo. O problema é que, claro, os tempos mudaram, e o Senhor Jesus deu uma ordem para você, que não guarde silêncio, mas que torne pública a pessoa e a obra dele, que declare louvores àquele que te chamou das trevas para sua maravilhosa luz.
Jesus ordenou que os homens e mulheres curados fizessem algo que era, em certo sentido, antinatural. Eles simplesmente receberam uma bênção de magnitude assombrosa, a necessidade gritante de suas vidas foi tratada. Sem entrar nos motivos de nosso Senhor para aquela ordem, nós deveríamos pelo menos ser capazes de entender porque eles desobedeceram, mesmo se aceitarmos que sua obediência foi inescusável.
Nosso mandamento é algo que deveria ser eminentemente natural. O problema é que não é sempre agradável. Recebemos uma bênção incalculável. Passamos da morte para a vida, das trevas para a luz, da cegueira para a visão, da surdez para o ouvir, da miséria para alegria, da condenação para justificação, e somos convidados e instruídos a espalhar as maravilhas da graça de Deus em Cristo.
Nós não escutamos? Não ouvimos o que ele nos ordenou a falar?
Qual é o maior ato de desobediência?
| Jeremy Walker • Traduzido por Josaías Jr • iPródigo.com CC BY-NC-ND 3.0 • This work is licensed under a Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-Vedada a criação de obras derivadas 3.0 Brasil License |
Em memória de Ti
Aproveitando que teremos a celebração da ceia neste domingo, lembramos da música “Em memória de Ti” de Aristeu Pires e interpretação do Quarteto Vida (à capela) no lançamento do disco Entrosando o Time – Canecão (RJ) em janeiro de 1990. Meditando na letra dessa canção podemos nos lembrar daquilo que Jesus fez por nós na cruz.
| Aristeu Pires • Quarteto Vida CC BY-NC-ND 3.0 • This work is licensed under a Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-Vedada a criação de obras derivadas 3.0 Brasil License |
Evangelho: o poder de Deus
Cada Dia
“Pois não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê…” Rm 1.16
Paulo estava se preparando para visitar Roma, a capital do império. Caminhava para Jerusalém para levar aos pobres da Judeia uma generosa oferta. De Corinto escreve sua mais robusta epístola e, já no prólogo, faz a mais audaciosa afirmação: “… não me envergonho do evangelho”. Paulo se sentia devedor do evangelho. Estava pronto para pregar o evangelho e não se envergonhava do evangelho. Há indivíduos que se envergonham do evangelho e outros que são a vergonha do evangelho.
Paulo, porém, não se envergonha do evangelho, mesmo tendo sido preso e suportado açoites e apedrejamento por causa dele. Paulo não se envergonha do evangelho porque ele é onipotente. O evangelho é o poder de Deus. Seu poder não é para a destruição; o evangelho é o poder de Deus para a salvação. Não salvação de todos sem exceção, mas salvação de todos sem acepção. Há uma limitação no evangelho. Traz salvação não aos incrédulos, mas apenas àqueles que creem, sejam eles judeus ou gentios. A porta da salvação está aberta em Cristo. Eis a voz do Evangelho!
– Senhor, em nenhum momento terei vergonha do teu evangelho, pois ele é o teu poder para salvar o pecador. Portanto, assumo hoje o compromisso de anunciá-lo. Em nome de Jesus. Amém.
| Luz para o Caminho • lpc.org.br/cada-dia CC BY-NC-ND 3.0 • This work is licensed under a Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-Vedada a criação de obras derivadas 3.0 Brasil License |
Salmo 22
Esta música é produto da parceria entre Rubem Amorese e Toninho Zemuner. Inspirada no Salmo 22 (o Salmo da Cruz), a canção nasceu em um momento de tribulação. Mas, como no Salmo, a palavra final é de esperança. A música obedece aos altos e baixos naturais do Salmo através de um rock pauleira interpretado pelo Pr. André Fernandes da Igreja de Nova Vida do Guará II/DF. Vale ouvir e meditar…
| Rubem Amorese e Toninho Zemuner • ippdf.com.br CC BY-NC-ND 3.0 • This work is licensed under a Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-Vedada a criação de obras derivadas 3.0 Brasil License |
Conversa de um cético
Boa Semente
O homem respondeu e disse-lhes: Nisto, pois, está a maravilha: que vós não saibais de onde ele é e me abrisse os olhos (João 9:30).
Deus pode conceder a uma alma sincera a revelação de Si mesmo através da Palavra. A seguinte história de um cético demonstra isso: “Eu não cria em Deus, na Bíblia nem tampouco na autenticidade de nenhuma experiência cristã. Para mim, a conversão era somente uma piedosa ilusão de fanáticos cristãos. A leitura de críticos das Escrituras confirmou minha crença de que a morte era nada mais que um sono eterno e que não existia nem céu nem inferno. Contudo, no decorrer dos anos, ocasionalmente tive dúvidas que começaram a me incomodar muito.
Eu me perguntava o que ocorreria se a Bíblia tivesse razão. Finalmente decidi examinar o cristianismo com base nas declarações bíblicas. Se houvesse alguma coisa correta nela, eu tinha de encontrar; se não, pelo menos nunca mais nenhuma dúvida iria perturbar minha tranqüilidade.
Certo domingo, me ajoelhei e orei mais ou menos o seguinte: ‘Deus, se Tu existes, me escute. Se há um céu e um inferno, me mostre. Se a Bíblia é verdade, me ilumine’. Então comecei a ler a Bíblia pelo Novo Testamento. Estudei capítulo por capítulo com extrema atenção. Quanto mais lia, mais clara se tornava a impressão de que eu era um pecador perdido.
Uma semana depois que passei a examinar a verdade com profundidade recebi Jesus Cristo como meu Senhor e Salvador. Uma indescritível alegria e uma gratidão sem fim se apoderaram de mim”.
“Clama a mim, e responder-te-ei e anunciar-te-ei coisas grandes e firmes, que não sabes” (Jeremias 33:3)
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