Arquivos do Blog
O drama da falta de perdão
Cada Dia
“José beijou a todos os seus irmãos e chorou sobre eles; depois, seus irmãos falaram com ele. ” (Gn 45.15)
Falar de perdão é fácil; difícil é perdoar. O perdão, porém, não é uma opção, mas uma necessidade. Quem não perdoa não tem paz. Há famílias atormentadas pela falta de perdão vivendo na masmorra da mágoa. Quem não perdoa não pode orar, ofertar nem ser perdoado. O perdão é condição vital para termos saúde física, emocional e espiritual. O perdão é a assepsia da alma, a faxina da mente, a alforria do coração. O perdão cura, liberta e restaura. Constrói pontes onde a mágoa cavou abismos. Não há vida, casamento, nem família saudáveis sem o exercício do perdão.
José do Egito foi vítima do ódio consumado de seus irmãos. Sofreu muitos anos as consequências desse ódio. Mas, Deus o restaurou e o honrou. José escolheu perdoar seus irmãos em vez de vingar-se deles. Deu duas provas dessa atitude: Chamou seu filho primogênito de Manassés, cujo significado é: “Deus me fez esquecer”. Deu a melhor terra do Egito a seus irmãos que o maltrataram. O perdão é um ato de misericórdia. É expressão da graça de Deus em nós e por nós.
– Senhor, tua misericórdia é sem fim, dá-me forças para eu exercitar sincero perdão. Ajuda-me a viver em paz com as minhas lembranças e a amar os que armaram contra mim. Em nome de Jesus.
| Luz para o Caminho • lpc.org.br/cada-dia CC BY-NC-ND 3.0 • This work is licensed under a Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-Vedada a criação de obras derivadas 3.0 Brasil License |
Alto preço da redenção
Cada Dia
“… fostes resgatados [...] pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo.” (1Pe 1.18,19)
A morte de Jesus Cristo na cruz foi a maior missão resgate do mundo. Esse resgate não foi pago ao diabo, mas ao próprio Deus. O Senhor vindicou sua própria justiça violada e providenciou o próprio sacrifício substituto para que pudéssemos ser libertos do cativeiro da escravidão. Deus nos redimiu não mediante ouro e prata (metais nobres) nem mesmo pela mais valorizada moeda corrente. Ele nos resgatou pelo precioso sangue de Cristo, o Cordeiro sem defeito e sem mácula.
Deus deu tudo para nos resgatar. Deu seu único Filho. Deu a si mesmo. A dádiva do Filho como Cordeiro imaculado não foi uma decisão de última hora, pois o apóstolo Pedro declara: “conhecido, com efeito, antes da fundação do mundo, porém manifestado no fim dos tempos, por amor de vós” (1Pe 1.20). Nem todo o ouro da terra seria suficiente para redimir uma única pessoa. Deus, porém, pagou o mais alto preço, o preço de sangue, o sangue do seu Filho Jesus Cristo. Portanto, você tem um alto valor para Deus. Ele investiu tudo para ter você para ele, a fim de que você se deleite nele.
– Deus, somente na cruz eu consigo enxergar o meu valor, pois nela meus pecados foram castigados em Cristo e teu amor incondicional por mim se revelou. Louvado sejas. Em nome de Jesus.
| Luz para o Caminho • lpc.org.br/cada-dia CC BY-NC-ND 3.0 • This work is licensed under a Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-Vedada a criação de obras derivadas 3.0 Brasil License |
Cordeiro Eterno
Cada Dia
“ … conhecido, com efeito, antes da fundação do mundo…” 1Pe 1.20
Jesus é o Cordeiro santo de Deus. O cordeiro que tira o pecado do mundo. Ele veio ao mundo para morrer e morrer pelos nossos pecados. Sua morte não foi um acidente, mas uma agenda estabelecida na eternidade. Embora sua morte tenha sido há dois mil anos, no Calvário, na mente de Deus e nos decretos de Deus isso aconteceu desde a fundação do mundo. Nossa salvação foi uma iniciativa divina, cuja origem recua aos tempos eternos. Quando Deus planejou nossa salvação não havia ainda céu nem terra. As estrelas ainda não brilhavam no firmamento nem o sol dava a sua claridade.
Antes mesmo do princípio, no recôndito da eternidade, Deus já havia colocado o seu coração em você e determinado que Jesus, o Cordeiro eterno, seria morto em seu lugar, em seu favor. A cruz de Cristo não foi um sinal de derrota, mas de triunfo. Jesus não morreu como um mártir, mas como o Redentor. Ele não foi à cruz como vítima nem como mártir. Ele morreu voluntariamente. Ele se entregou por você e por mim, e isso, desde a eternidade. Ele glorificou o Pai em sua morte e conquistou para nós eterna redenção.
Santo Deus, a entrega voluntária de Jesus foi planejada na eternidade. Ainda não havia céu e terra quando tu decidiste me amar. Quero agradecer-te e bendizer-te. Em nome de Jesus. Amém.
| Luz para o Caminho • lpc.org.br/cada-dia CC BY-NC-ND 3.0 • This work is licensed under a Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-Vedada a criação de obras derivadas 3.0 Brasil License |
O Símbolo mais importante da Páscoa
Jônatas da Cunha Ferreira
A nossa vida é cercada e, porque não dizer, dependente de símbolos. De forma bem simplista, o símbolo é um elemento de representação visível de uma realidade invisível ou abstrata. Por exemplo, na cultura ocidental, anéis dourados (geralmente de ouro) colocados no dedo anelar são símbolo do compromisso conjugal. Dentro da Universidade, o livro é símbolo do conhecimento. A mão fechada com o polegar apontando para cima é, no Brasil, símbolo positivo para o estado das coisas, afirmando que está tudo bem ou que se concorda com o interlocutor. E assim por diante.
A Páscoa, tanto para os hebreus que a comemoraram pela primeira vez ao saírem de quase 430 anos de escravidão no Egito, quanto para os cristãos, tem um significado essencial: LIBERTAÇÃO. E, como tudo em nossa vida, é também cercada de símbolos que deveriam apontar para este significado fundamental. Leia o resto deste post
Foi na cruz
Sérgio e Marivone desenvolvem o projeto Baixo e Voz desde 1991 e tem servido ao Reino de Deus através da sua música. Contam com quatro CDs gravados: Baixo e Voz (1999), Veleiro (2002), Cores (2005) e Viagens de Fé (2008). Com talento e musicalidade divulgam através da boa música a verdade central do evangelho: Que Jesus Cristo morreu pelos nossos pecados. Vale apena conferir! Quem quiser conhecer mais do Baixo e Voz, clique aqui.
| Autor: Baixo e Voz Permissões: CC BY-NC-ND 3.0 • Você tem a liberdade de compartilhar (copiar, distribuir e transmitir a obra), desde que adicione as informações de autoria, não altere o conteúdo original e não utilize para fins comerciais. |
A armadilha da independência
Boa Semente
Convertei-vos ao SENHOR, vosso Deus; porque ele é misericordioso, e compassivo, e tardio em irar-se, e grande em beneficência (Joel 2:13).
Deixe o ímpio o seu caminho, e o homem maligno, os seus pensamentos e se converta ao SENHOR, que se compadecerá dele; torne para o nosso Deus, porque grandioso é em perdoar (Isaías 55:7).
Ontem, quando cheguei ao trabalho, encontrei a secretária chorando. Perguntei o que estava acontecendo e ela me revelou seu problema: estava sozinha com os dois filhos; o marido a abandonara, e foi intimada a sair da casa onde morava. – E seus pais?, perguntei. Ela levantou a cabeça com tristeza e uma ponta de orgulho, e me confessou: – Saí de casa aos 17 anos e nunca mais os vi!
São inúmeros os jovens que como aquela secretária suspiram pela independência. Deixam a família e alguns anos depois de encontram sozinhos e cheios de dores.
A Escritura nos fala de uma época em Israel onde “cada qual fazia o que parecia direito aos seus olhos” (Juízes 17:6;Juízes 21:25). Era uma época de terrível decadência, durante a qual coisas abomináveis aconteciam. Para descrever a atual condição do mundo, apesar da “cristianização”, a mesma expressão não seria perfeita? Cada um quer ser independente de Deus, dos pais, do cônjuge, da sociedade, e fazer o que bem lhe convier. Depois vem as graves conseqüências. E depois? Então chega a solidão, a marginalidade, a perda da dignidade, a depressão. No entanto, por mais baixo que alguém tenha chegado, sempre existe a possibilidade de se voltar a Deus, porque Ele é “grandioso em perdoar”.
| Autor: Boa Semente Permissões: CC BY-NC-ND 3.0 • Você tem a liberdade de compartilhar (copiar, distribuir e transmitir a obra), desde que adicione as informações de autoria, não altere o conteúdo original e não utilize para fins comerciais. |




