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A história de Ian e Larissa
Todos nós precisamos entender e abraçar a verdade de que Deus é mais glorificado em nós quando estamos mais satisfeitos nele. E eu adicionaria, especialmente no sofrimento. Estar satisfeito em Deus (ou em qualquer coisa) sempre parece mais fácil quando tudo está indo bem. Mas quando as coisas que você ama estão sendo puxadas de suas mãos, aí o teste é real. Se Deus continua precioso nestes momentos, então seu supremo valor brilha mais radiante. Ele é mais glorificado.
Eis aqui um destes testemunhos. A história deles e é tão pessoal. Tão delicada. Tão facilmente abusada. Tão inacabada. Alegre, porque Cristo é exaltado sobre todas as coisas.
| Larissa e Ian Murphy • Citygate Films • prayforian.com CC BY-NC-ND 3.0 • This work is licensed under a Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-Vedada a criação de obras derivadas 3.0 Brasil License |
O drama da falta de perdão
Cada Dia
“José beijou a todos os seus irmãos e chorou sobre eles; depois, seus irmãos falaram com ele. ” (Gn 45.15)
Falar de perdão é fácil; difícil é perdoar. O perdão, porém, não é uma opção, mas uma necessidade. Quem não perdoa não tem paz. Há famílias atormentadas pela falta de perdão vivendo na masmorra da mágoa. Quem não perdoa não pode orar, ofertar nem ser perdoado. O perdão é condição vital para termos saúde física, emocional e espiritual. O perdão é a assepsia da alma, a faxina da mente, a alforria do coração. O perdão cura, liberta e restaura. Constrói pontes onde a mágoa cavou abismos. Não há vida, casamento, nem família saudáveis sem o exercício do perdão.
José do Egito foi vítima do ódio consumado de seus irmãos. Sofreu muitos anos as consequências desse ódio. Mas, Deus o restaurou e o honrou. José escolheu perdoar seus irmãos em vez de vingar-se deles. Deu duas provas dessa atitude: Chamou seu filho primogênito de Manassés, cujo significado é: “Deus me fez esquecer”. Deu a melhor terra do Egito a seus irmãos que o maltrataram. O perdão é um ato de misericórdia. É expressão da graça de Deus em nós e por nós.
– Senhor, tua misericórdia é sem fim, dá-me forças para eu exercitar sincero perdão. Ajuda-me a viver em paz com as minhas lembranças e a amar os que armaram contra mim. Em nome de Jesus.
| Luz para o Caminho • lpc.org.br/cada-dia CC BY-NC-ND 3.0 • This work is licensed under a Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-Vedada a criação de obras derivadas 3.0 Brasil License |
Família na pós-modernidade
Hernandes Dias Lopes
A pós-modernidade está firmada sobre o tripé: pluralização, privatização e secularização. A pluralização diz que há muitas ideias, muitos valores, muitas crenças. Não existe uma verdade absoluta, tudo é relativo. A privatização diz que nossas escolhas são soberanas e cada um tem sua própria verdade. A secularização, por sua vez, coloca Deus na lateral da vida e o reduz apenas aos recintos sagrados. A família está nesse fogo cruzado. Caminha nessa estrada juncada de perigos, ouvindo muitas vozes, tendo à sua frente muitas bifurcações morais. Que escolhas fazer para não perder sua identidade? Quero sugerir algumas decisões:
Primeiro, coloque Deus acima das pessoas. No mundo temos Deus, pessoas e coisas. Vivemos numa sociedade que se esquece de Deus, ama as coisas e usa as pessoas. Devemos, porém, adorar a Deus, amar as pessoas e usar as coisas. A família pós-moderna tem valorizado mais as coisas do que o relacionamento com Deus. Vivemos numa sociedade que se prostra diante do dinheiro e se esquece do Deus vivo.
Segundo, coloque seu cônjuge acima de seus filhos. O índice de divórcio cresce espantosamente no Brasil. Enquanto os véus das noivas ficam cada vez mais longos, os casamentos ficam cada vez mais curtos. Um dos grande erros que se comete é colocar os filhos acima do cônjuge. Muitos casais transferem o sentimento que devem dedicar ao cônjuge para os filhos e isso fragiliza a relação conjugal e afeta a vida emocional dos filhos. O maior presente que os pais podem dar aos filhos é amar seu cônjuge. Pais estruturados criam filhos saudáveis. Leia o resto deste post
Como não transformar seus filhos em pequenos fariseus
Tedd Tripp
Educando suas crianças no poder do evangelho
“Eu sinto que estou criando pequenos hipócritas.” Muitos pais temem que seus filhos, uma vez que lhes ensinaram formas adequadas de comportamento, crescerão como crianças bem comportadas, mas sem o senso da necessidade da graça.
O problema da hipocrisia é maior em lares que enfatizam o comportamento ao invés do coração. Se o foco da disciplina e da correção é a mudança de comportamento, você perderá o coração. Essa abordagem faz com que o problema esteja no que eu faço, não no que eu sou.
De acordo com a Bíblia, o problema que temos é mais profundo que isso. O problema não está no que eu e você ou seus filhos fazem de errado. O problema não é que nós / eles mentem ou invejam, ou desobedecem. O problema é que você, seus filhos e eu somos mentirosos, invejosos; somos desobedientes.
Pergunte a si mesmo: Um homem é um ladrão porque ele rouba, ou ele rouba porque ele é um ladrão? Ele é um mentiroso porque ele mente, ou ele mente porque é um mentiroso? A resposta da Bíblia é que ele rouba porque ele é um ladrão, mente por ser um mentiroso, desobedece por ser desobediente. Este é o testemunho da Bíblia. “Desde o nascimento os ímpios se desviam, desde o ventre são rebeldes e falam mentiras.” (Salmo 58.3).
O drama do ciúme
Cada Dia
“Vendo, pois, seus irmãos que o pai o amava mais que a todos os outros filhos, odiaram-no.” Gn 37.4
A família de Jacó era um caldeirão em ebulição. Seus filhos não eram flor que se cheira. José passou uns maus bocados nas mãos de seus irmãos. Eles tinham ciúme dele, pois era o filho predileto do pai. Um dia resolveram matá-lo. Mas, por intervenção de Ruben, acabaram tomando uma decisão menos radical. Venderam-no como escravo para o Egito. Por divina providência, esse expediente acabou sendo usado por Deus para salvar a própria família de Jacó. Porém, a soberania de Deus não anula a responsabilidade humana.
Há muitas famílias que ainda sofrem por causa do ciúme. Há pais que ainda cometem esse erro de amar mais um filho do que outro. Há pais que ainda semeiam discórdia entre os filhos, demonstrando favoritismo por um em detrimento dos outros. Há irmãos que em vez de viverem como amigos comportam-se como competidores. Em vez de se alegrarem com o sucesso do outro, não medem esforços para derrotá-los e destruí-los. O ciúme é uma atitude mesquinha. É um pecado que ofende a Deus, atormenta a alma, adoece a família e ameaça o próximo.
– Bondoso Deus, age com graça e poder sobre o meu lar. Lança para bem longe de minha família toda confusão e inimizade procedente de ciúme. Dá-nos do teu amor. Em nome de Jesus. Amém.
| Luz para o caminho • lpc.org.br/cada-dia CC BY-NC-ND 3.0 • This work is licensed under a Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-Vedada a criação de obras derivadas 3.0 Brasil License |
Espiritualidade na Prática
O que dá sentido à sua vida em suas experiências mais comuns?
O que dá sentido à sua jornada — às experiências diárias e às transições mais sensíveis da vida? Este é o foco de nossa atual série de reflexões neste mês de fevereiro (clique aqui e veja nosso endereço).
Refletimos durante algumas semanas sobre a vida de Jacó, suas experiências de vida e seu relacionamento com Deus sempre permeado em circunstâncias muito comuns: o necessário, o doméstico e as coisas simples: comer, domrir, viajar, casar-se, ter filhos, trabalhar pelo pão diário. Assim, veremos como é a providência de Deus que dirige nossa vida e que ela não é um amontoado de acidentes. Reveja aqui os slides:
» 26/02 – No trabalho
» 19/02 – No sono
» 12/02 – Na família
» 05/02 – Nas refeições
| Jônatas da Cunha Ferreira • iptubarao.wordpress.com CC BY-NC-ND 3.0 • This work is licensed under a Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-Vedada a criação de obras derivadas 3.0 Brasil License |




