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Em memória de Ti
Aproveitando que teremos a celebração da ceia neste domingo, lembramos da música “Em memória de Ti” de Aristeu Pires e interpretação do Quarteto Vida (à capela) no lançamento do disco Entrosando o Time – Canecão (RJ) em janeiro de 1990. Meditando na letra dessa canção podemos nos lembrar daquilo que Jesus fez por nós na cruz.
| Aristeu Pires • Quarteto Vida CC BY-NC-ND 3.0 • This work is licensed under a Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-Vedada a criação de obras derivadas 3.0 Brasil License |
Espiritualidade Comunitária
Cada Dia
“Mas, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo.” Ef 4.15
O apóstolo Paulo ensina que a Igreja é um dos grandes espaços para desenvolvermos a espiritualidade. O Espírito Santo, que habita a Igreja de Cristo, distribui dons para o crescimento de todos e de cada parte. Portanto, a primeira coisa que precisamos saber é que Deus deseja que todo crente seja espiritualmente maduro, ou seja, ele quer que cresçamos, como está escrito em Efésios 4-14. Crescemos espiritualmente quando nos tornamos, a cada dia, mais parecidos com Cristo (Rm 8.29).
Toda espiritualidade madura é contagiante, capaz de influenciar. A espiritualidade contagiante é o oposto do cumprimento de obrigações religiosas. Ela é fruto natural de algo ocorrido internamente em nossas vidas pela dinâmica do Espírito.
O exercício da fé comunitária à luz dos princípios e valores da Palavra produz, pela ação do Espírito, maturidade integral aos membros do corpo de Cristo. Estar ligado ao corpo me traz a consciência de comunidade e de crescimento. Deus não está na religiosidade da igreja, mas na comunidade da fé, o corpo de Cristo.
– Senhor, a tua Palavra me ensina que amadurecimento pessoal envolve vínculo com a tua igreja. Dá-me humildade para reconhecer que preciso da ajuda de meus irmãos na fé. Em Cristo. Amém.
| Luz para o Caminho • lpc.org.br/cada-dia CC BY-NC-ND 3.0 • This work is licensed under a Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-Vedada a criação de obras derivadas 3.0 Brasil License |
Santa Folia
Mais uma canção de Rubem Amorese, produção independente da IP Planalto. Esta música é uma invocação para início do culto. Talvez pareça estranho esse propósito, aos irmãos mais tradicionais, mas a idéia de uma música alegre e ritmada, talvez um tanto dançante, seja bem ao gosto do rei Davi.
Eis aqui, ó Senhor;
Eis a nossa santa folia;
Juntos em teu louvor,
Teu amor é a nossa alegria.Nossas almas trarão
Canto e dança em tua presença;
Nossas vozes dirão:
Obrigado, a graça é imensa!Vem, manifesta em nós tua presença;
Nossa união teu amor recompensa.
Dança entre nós! Canta entre nós!
Em um só coração,
Os teus filhos, juntos, se alegrarão.Dança entre nós! Canta entre nós!
Em um só coração,
Os teus filhos, juntos, te alegrarão.
| Rubem Amorese • ippdf.com.br CC BY-NC-ND 3.0 • This work is licensed under a Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-Vedada a criação de obras derivadas 3.0 Brasil License |
Santa Parceria
Música de Rubem Amorese e Toninho Zemuner da Igreja Presbiteriana do Planalto no Distrito Federal. Gratidão a Deus pela santa parceria da comunhão para adoração de seu nome e reflexão de sua palavra que é luz, produzindo vida para o reino de Deus. Este cântico foi feito para ser entoado pela congregação, no final do culto vespertino. Com ele, a igreja agradece as gostosas e edificantes experiências do domingo.
Santa Parceria
Amo a tua casa,
Junto aos meus irmãos, sim, Pai tu és.
Alma que extravasa,
Tua Palavra é luz para os meus pés.
Prática exercida,
Me conforta a vida o meu irmão;
Coisa tão sabida,
O teu culto é luz e salvação.Te agradeço, ó meu Senhor,
Pela igreja e a comunhão;
Por tão lindo tempo de louvor,
Tempo de adoração.Guardo a tua Palavra
No meu coração, pois seu valor
Eu não imaginava,
A testemunhar do teu amor.
Finda-se este dia
Co’a alegria que meu Deus me deu:
Santa parceria,
Em tua casa és Pai e eu filho teu.
| Rubem Amorese e Toninho Zemuner • ippdf.com.br CC BY-NC-ND 3.0 • This work is licensed under a Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-Vedada a criação de obras derivadas 3.0 Brasil License |
A cruz: a reconciliação
Cada Dia
Ele á a nossa paz, o qual… destruiu a barreira, o muro de inimizade… (Efésios 2:14)
Alguns muros de inimizade podem ser vistos e tocados. A barreira que separa as Coréias do Sul e do Norte é um doloroso exemplo. Outros, entretanto, não podem ser vistos, embora sejam muito reais. Podemos construir barreiras na tentativa de nos mantermos isolados de pessoas com convicções políticas divergentes, por exemplo, e com isso perder a oportunidade de um convívio enriquecedor. Sem que percebamos ou que queiramos admitir, podemos construir nossos próprios muros de hostilidade.
Essa figura da barreira é usada pelo apóstolo Paulo para ensinar que, com sua morte, Jesus nos trouxe a reconciliação. Não foi somente a reconciliação com Deus, mas também a reconciliação com os nossos semelhantes.
Uma das mais belas características do Evangelho é que ele aproxima e reúne, na Igreja, pessoas das mais diferentes condições sociais, graus de instrução, línguas, raças e nações. O muro de inimizade que separava judeus e gentios foi destruído pela cruz, e assim deve acontecer também nos relacionamentos que desenvolvemos hoje. A beleza de relacionamentos construídos sem barreiras de inimizade ou preconceito deve ser refletida por aqueles que foram salvos pela cruz da reconciliação.
– Senhor de toda a criação, neste mundo tão dividido por barreiras de inimizade e preconceito, ajuda-nos a proclamar o poder reconciliador da cruz de Jesus. Em nome dele, oramos. Amém.
| Autor: Cada Dia – Luz Para o Caminho © 2010 LPC Site: lpc.org.br/cada-dia |
Entre percevejos e mediocridades
Fábio Ramos de Carvalho
Escapei aos tigres, alimentei os percevejos, fui devorado pelas mediocridades. (Bertold Brecht)
Por que o ser humano é quase sempre tão complicado? Por que é tão fácil observarmos ao redor tantas contradições e intolerâncias? E o extremo egoísmo expresso no difícil convívio social? Por que é tão comum, também, vermos reações doentias e imprevisíveis daqueles que nos rodeiam, que nos são próximos?
Mas talvez a pior e mais surpreendente perplexidade seja quando nos vemos, exatamente, com as mesmas reações doentias que percebemos nos outros! Tantos porquês existem em virtude de serem comportamentos contrários ao que se espera de uma pessoa cristã. Essa ambigüidade é característica iminente do ser humano e, parafraseando o dramaturgo alemão Bertold Brecht:
Escapamos dos tigres: experimentamos um verdadeiro relacionamento com Deus, fomos libertos da opressão e de cadeias espirituais, e somos diariamente salvos da morte…
Alimentamos os percevejos: cultivamos a autocomiseração, o rancor guardado a sete chaves, a recusa em vivenciar um perdão genuíno…
Somos devorados pelas mediocridades: Aí ficamos doentes, murmuradores, sempre indispostos, cabisbaixos, revoltosos, impedindo que do nosso interior fluam rios de água viva.
Mas o pior disso tudo é que não assumimos nossos percevejos e mediocridades e, para disfarçá-los, nos valemos malignamente de verdadeiros eufemismos comportamentais. O apóstolo Paulo adverte em sua carta aos Colossenses (2:23), falando de coisas que têm aparência de sabedoria, como culto de si mesmo, e falsa humildade, e rigor ascético todavia, não têm valor algum contra a sensualidade. Leia o resto deste post


