Arquivos Mensais:março 2011

Felicidade do Perdão

Cada Dia

“Bem-aventurado aquele cuja iniquidade é perdoada, 
cujo pecado é coberto.” Sl 32.1

Muitas pessoas vivem atormentadas pela culpa. Vivem no cabresto do pecado, na masmorra do medo, sem paz na alma. Há aqueles que tentam escapar desse sentimento avassalador, correndo para muitas aventuras. Outros se entregam à bebedeira e afogam a consciência em dores ainda mais profundas. Na ânsia de buscar uma resposta para a angústia da alma, o homem recorre a filosofias de autoajuda, experiências místicas e frequenta igrejas e mais igrejas.

Porém, nenhum rito e nenhuma experiência mística pode aliviar a consciência culpada. Somente o sangue de Jesus pode apagar os nossos pecados e limpar nossa consciência das obras mortas. Somente Jesus pode quebrar os ferrolhos dessa prisão e despedaçar nossas algemas. Somente Jesus pode nos oferecer perdão verdadeiro e felicidade eterna. Buscar o perdão noutra fonte é como cavar uma cisterna rachada, que não tem retém água. A vida está em Jesus. A salvação é uma dádiva de Jesus. O perdão só pode ser encontrado em Jesus. A felicidade é um presente de Jesus.

– Tuas misericórdias, ó Senhor, são a causa de não sermos consumidos. O teu perdão anula o poder da culpa e do pecado. Louvado sejas, pois em ti há liberdade. Em nome de Jesus.

Os gemidos da natureza

Hernandes Dias Lopes

O terremoto que sacudiu o Japão e o tsunami que varreu algumas de suas cidades neste mês de março de 2011 ainda nos chocam profundamente. A natureza está gemendo e se contorcendo de dores. Os terremotos, maremotos e tsunamis além de fenômenos naturais são também trombetas de Deus aos ouvidos da humanidade. Esses desastres da natureza vêm de causas naturais e também de intervenção sobrenatural. Os efeitos da queda atingiram não apenas a raça humana, mas também a natureza. A natureza está sujeita à servidão e aguarda, com gemidos profundos, a restauração desse cativeiro (Rm 8.20-22).

De igual forma, a igreja, tendo as primícias do Espírito, também geme aguardando sua completa redenção, quando teremos corpos incorruptíveis e gloriosos. Até mesmo o Espírito Santo está gemendo, com gemidos inexprimíveis, intercedendo por nós, em nós, ao Deus que está sobre nós (Rm 8.26).

Precisamos olhar para os fenômenos da natureza não apenas com os olhos da investigação científica, mas também na perspectiva da fé. Jesus disse que um dos sinais de sua segunda vinda seria a ocorrência de terremotos em vários lugares. Esses gemidos da natureza têm se intensificado sobremodo desde o século passado. No livro de Apocalipse, capítulos 8 a 11, há o relato das trombetas de Deus. Essas trombetas falam do juízo de Deus em resposta à abertura dos selos, quando o mundo perseguiu de forma implacável a igreja. Essas trombetas falam do juízo de Deus temperado com a misericórdia.

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5 passos para fazer seus filhos odiarem a igreja

Thomas Weaver | Postado originalmente no site The Resurgence

1. Certifique-se de que sua fé seja algo que você vive apenas em público: Vá à igreja… pelo menos na maioria das vezes. Certifique-se de que você concorda com o que o pregador diz, e no caminho de volta pra casa reafirme o que ele disse, especialmente no que diz respeito a seus filhos obedecerem, mas não deixe a conversa continuar. Não leia a Bíblia em casa. O pastor vai dizer tudo o que você precisa ouvir nos Domingos. Não converse com seus filhos sobre perguntas que eles possam ter sobre Jesus e Deus. Viva do jeito que você quer viver durante a semana para que seus filhos possam perceber que não tem problema viver uma vida dupla.

2. Só ore na frente de outras pessoas: As únicas ocasiões em que você precisa orar são quando seus parentes estão visitando vocês, ou durante as refeições, quando alguém está doente ou quando você quiser alguma coisa. Não se preocupe em orar além destas ocasiões. Seus filhos vão te ver orando quando outras pessoas estão vendo, não tem necessidade de fazer isso em privado com eles.

3. Foque no moralismo: Certifique-se de insistir para que seus filhos sejam honestos com você. Avise-os de que esta é a coisa certa ser feita, mas sinta-se a vontade para mentir em sua própria vida e desrespeitar a necessidade de falar a verdade para eles e para outros. Fique muito bravo com seus filhos quando eles falarem palavras feias e desrespeitosas, mas escreva, leia, assista e diga o que você quiser na TV, no Facebook e no Twitter. Certifique-se em focar em ser uma boa pessoa. Mas seja ambígua na definição do que isso significa.

4. Contribua financeiramente apenas enquanto isso não impedir suas “necessidades”: Faça todos saberem sobre o fato de que você contribui na igreja. Insista com seus filhos sobre a importância de dizimar, mas não dê sacrificialmente. Permita que eles vejam você gastando um monte de dinheiro nas coisas que você quer, enquanto você nega a ordem bíblica de dar sacrificialmente.

5. Faça da igreja uma prioridade apenas enquanto não tiver mais nada que você queira fazer: Vamos lá, você é uma família que vai na igreja, certo? Quero dizer, pelo menos é isto que você diz aos seus amigos e familiares. Certifique-se de frequentar a igreja aos Domingos. Pelo menos nos dias em que você não tiver ficado acordado até tarde no Sábado, ou nos Domingos em que sua família não tiver alguma programação especial, ou não for passar nenhum jogo especial, os nos Domingos em que você estiver com vontade, ou… afinal de contas, vocês são uma família que vai à igrejas… então qual o problema?

Nada Merecido

Sincalir Ferguson | Traduzido por Josaías Jr – iPródigo

Religiosos sempre ficam profundamente perturbados quando descobrem que não são, e nunca foram, verdadeiros cristãos. Toda aquela religião não conta para nada? Aquelas horas na igreja, horas gastas realizando coisas boas, horas envolvendo-se em atividade religiosa – elas não conta para nada na presença de Deus? Elas não me permitem dizer: “Veja o que eu fiz. Não mereço o céu?”.

Infelizmente, pensar que mereço o céu é um sinal certo de que ainda não tenho um entendimento do Evangelho.

Jesus desmascarou essa terrível verdade sobre Seus contemporâneos. Eles resistiram à Sua doutrina e recusaram-se a receber Sua Palavra porque eles eram pecadores – escravos do pecado.

Alguns anos atrás, a mídia britânica noticiou que uma denominação presbiteriana recolheu 50 mil cópias de uma edição de sua revista mensal. A matéria dizia que o autor de um artigo referiu-se a um membro proeminente da Família Real britânica como um “pecador miserável”.

Intrigantemente, o membro da família real, como membro da Igreja da Inglaterra, deve ter usado regularmente as palavras do Livro de Oração Comum anglicano, que inclui um pedido para o perdão dos pecados de “miseráveis ofensores”. Por que, então, as revistas foram recolhidas? O comentário oficial: “não queremos dar a impressão de que as doutrinas da fé cristã causam traumas emocionais às pessoas”.

Porém, algumas vezes as doutrinas da fé cristã fazem exatamente isso – inevitavelmente. Leia o resto deste post

Salmo 23: O Cuidado de Deus…

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Anelos

Rubem Amorese

Em 1989 fui a Lausanne 2, em Manila, Filipinas. Voltei comprometido: falando e escrevendo sobre “missão integral”. Já em 2010, não estive em Lausanne 3, na África do Sul. Encerra-se assim meu compromisso “formal” com o movimento. Porém, não com a missão da igreja. É assim que, sob essa ótica “congressualmente alienada”, faço meus votos para 2011. Na verdade não são votos, e sim pedidos. Talvez apenas anelos. Talvez apenas o desejo de querer. Eis minha singela ousadia.

Em 2011, gostaria de receber três “irmãos de confissão”; irmãos que me ouvissem e de quem eu também pudesse ouvir o coração. Pediria mais: doze pessoas que quisessem trilhar comigo o caminho com o qual passo a sonhar, a seguir.

Juntos, buscaríamos a leitura devocional, o conhecimento apaixonado, a obediência amorosa e a proclamação destemida da Palavra de Deus.

Juntos, nos estimularíamos à oração, entendida como relacionamento íntimo e amoroso com o “Pai-Nosso”.

Juntos, nos abriríamos aos dons espirituais; aqueles carismas e manifestações do Espírito que nos habilitam para sua obra (os ministérios) e os ofereceríamos à igreja, em obediência e anonimato (e gozaríamos da felicidade de ver o nosso cálice transbordar).

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