Porque dois males cometeu o meu povo: a mim me deixaram, o manancial de águas vivas, e cavaram cisternas, cisternas rotas, que não retêm as águas. (Jeremias 2:13)
O que você está oferecendo a Deus: as costas ou o rosto? O que você está oferecendo a Deus: o coração rebelde ou o coração contrito? O que você está oferecendo a Deus: a negação de qualquer culpa ou o pedido de perdão?
Você não pode virar as costas para Deus. É falta de educação. É rebeldia. É loucura. É suicídio. Talvez você esteja fazendo isto há muitos anos. Você precisa parar de virar as costas para Deus. Você precisa dar uma meia-volta.
Dar as costas, e não o rosto, para Deus é um hábito antigo do homem. É assim que fazem os céticos, os secularizados, os arrogantes, os empedernidos, os que caminham inexoravelmente para a ruína.
A queixa é do próprio Deus: “Viraram-me as costas, e não o rosto” (Jr 2.27; 32.33). Pare com isso! Comece a virar. Vire mais um pouco. Vire tudo. Ponha as costas onde estava o rosto e o rosto onde estavam as costas. Na linguagem bíblica, o nome desta virada é conversão. Você precisa desesperadamente desta conversão. É coisa simples. É só virar de lado. É só mudar de atitude. É só voltar-se para Deus.
Ore — Neste momento, Senhor, decido romper com o hábito antigo de dar as costas para ti. Quero olhar unicamente para quem pode perdoar os meus pecados e abençoar a minha vida. Em nome de Jesus. Amém.
Dizem que precisamos falar 15 mil palavras diárias para manter a sanidade. Será que precisamos dizê-las mesmo que ninguém esteja ouvindo — ou gostando? E se a família se encontrar à noite, todos com suas cotas vencidas?
Bem, fica decidido também que, se eu sentir que estou entrando em crise de abstinência, então passarei a conversar com um gravador.
Falando sério, eu gostaria de evitar aquela sensação de “músico de churrascaria”, que toca para ninguém (mas, se faz um intervalo, o povo reclama, porque está pagando).
Não é birra, não. Na verdade, a intenção é ser mais relevante no falar. E, para isso, só falar quando for relevante — para quem ouve.1
Esta música é produto da parceria entre Rubem Amorese e Toninho Zemuner. Inspirada no Salmo 22 (o Salmo da Cruz), a canção nasceu em um momento de tribulação. Mas, como no Salmo, a palavra final é de esperança.
A música obedece aos altos e baixos naturais do Salmo através de um rock pauleira interpretado pelo Pr. André Fernandes da Igreja de Nova Vida do Guará II/DF. Vale ouvir e meditar… segue o áudio e a letra:
Deus meu, eu clamo!
Deus meu, reclamo um favor.
Clamo de dia
E à noite, em medo e pavor.
Tu, porém, comandas tudo;
És também refúgio e escudo
Não desprezarás o meu clamor!
Meus pais clamaram;
Seus ais falaram de dor.
Mas se aquietaram,
Pois os livraste do horror.
Tu, Senhor, és forte e grande;
Protetor por onde eu ande.
Hás de conceder-me o teu favor.
Ó meu Senhor!
Ando tão só:
Chão, pedra e pó,
Pão sem sabor.
Eu sei que essa estrada
É assim, pobre de mim!
Sorte danada!
Senhor, chegou o meu fim.
Tu, porém, Senhor bendito,
Queres bem a todo aflito.
Salvarás do abismo um pecador!
Tu, porém, Senhor és santo;
Vês além de um desencanto.
Recebe, eternamente, o meu louvor.
Ó meu Senhor!
Louvar-te-ei
Proclamarei
O teu amor.
Você pode assistir também um clipe feito na gravação da música.
E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo (João 14:3).
Pouco antes de trilhar Seu caminho para o Calvário, o Senhor falou essas consoladoras palavras para Seus discípulos. O Senhor Jesus sabia que eles ficariam desesperados e confusos quando Sua prisão, Sua sentença, Sua crucificação e morte se tornassem realidade. Tinha consciência dos pensamentos e sentimentos que iriam se passar no coração deles. Então chamou a atenção para a glória futura. Ele levaria os Seus para o lugar ao qual Ele mesmo pertencia: a casa do Pai.
Os discípulos testemunharam Sua oração ao Pai, que também podemos ler em João 17. Ali Ele disse: “Pai, aqueles que me deste quero que, onde eu estiver, também eles estejam comigo, para que vejam a minha glória” (v. 24). Essa maravilhosa promessa se aplica igualmente a nós, que nos tornamos filhos de Deus pela obra de Cristo no Calvário. Mas agora estamos vivendo neste mundo, onde temos responsabilidades e obrigações. Quanto mais velhos, mais sentimos como o tempo passa rápido. Milhares de coisas nos ocupam e exigem nosso tempo e atenção.
Você já parou um segundo hoje para pensar que o Senhor Jesus pode vir agora mesmo buscar a Sua Igreja? Esse momento está cada vez mais próximo. Ou você está tão ocupado com a vida diária que nem há espaço em seu coração para tais reflexões?
No amor não há temor, antes o perfeito amor lança fora o temor (1 João 4:18).
O número de pessoas atormentadas pelo medo, ou até pelo pânico, é tão grande que ficaríamos surpresos se contássemos. Esses indivíduos jamais sentem paz interior. Nem mesmo a prosperidade é garantia contra tais temores; pelo contrário, quando tinha tudo o que precisava e desejava, Jó admitiu sentir muito medo: “Porque aquilo que temia me sobreveio; e o que receava me aconteceu” (Jó 3:25).
Existe uma resposta para a pergunta: “Como posso ficar livre do medo em um mundo cheio de injustiça, conflitos e incertezas, no qual a luta pela existência é tão difícil? Como posso viver sem medo?”
Em uma noite de tempestade, uma criancinha acordou assustada com os barulhos do vento e gritou de medo. Seu pai a pegou no colo, a abraçou e logo ela dormiu novamente. A tempestade que a fez temer não diminuiu, mas a confiança da criança no amor e cuidado do pai lhe deu a segurança que precisava. A convicção de que o pai a amava e a protegia eliminou todo o medo.
Existe apenas uma maneira de vencer o medo: é pela completa confiança e fé no amor de Deus. Mas para experimentarmos isso, temos de conhecê-Lo como nosso Pai, construindo um relacionamento com Ele cotidianamente. Assim, teremos a convicção de que o Todo-poderoso Deus está conosco, nos ama e nos diz: “Não temas… eu sou o teu escudo, o teu grandíssimo galardão” (Gênesis 15:1).
Por isso, vos digo: não andeis ansiosos pela vossa vida… Mateus 6:25
A ansiedade é considerada a maior doença do século. É vista por alguns estudiosos como a mãe das neuroses. Talvez seja o mal mais democrático da nossa geração, pois atinge crianças, jovens e velhos. Está presente na vida de doutores e de analfabetos. A palavra ansiedade na língua grega significa estrangulamento. É apertar o pescoço, tirar o oxigênio, sufocar. Há muitas pessoas asfixiadas pela ansiedade. Vivem atormentadas, sem paz, sem descanso na alma.
Jesus falou sobre os malefícios da ansiedade no Sermão do Monte. Ensinou que a ansiedade é sinal de incredulidade. Ficamos ansiosos porque deixamos de crer que Deus é poderoso para cuidar da nossa vida ou porque queremos ficar no controle da situação em vez de depositarmos aos pés do Senhor as nossas causas. Ansiedade é falta de fé no Deus da providência.
Ele disse que deveríamos observar as aves dos céus. Mesmo não semeando nem colhendo, Deus as alimenta. Também mandou observar os lírios do campo, pois nem Salomão em toda a sua glória se vestiu de forma tão maravilhosa. Nós valemos mais do que os pássaros e as plantas. E se Deus cuida dos pássaros e das plantas, certamente cuidará de nós.
Ore — Deus da providência, apesar dos nossos problemas, cremos que o Senhor está no controle da situação. Derrama a tua paz sobre nós e protege-nos de tirarmos os olhos de ti. Tu és o nosso porto seguro. Em nome de Jesus. Amém.
Segue uma nova música de Rubem Amorese em parceria com Toninho Zemuner, da Igreja Presbiteriana do Plabalto (DF). Ela é interpretada pela Thamires Lima. É um pedido a Deus para sondar o coração. Não é um bom pedido para ser feito. Segue o áudio e a letra:
Se eu quiser me esconder,
Tua presença evitar;
Se no abismo eu for morar,
Tudo irás saber.
Prova-me e conhece-me o pensar e o coração;
Vê se há em mim algum caminho mau.
Podes controlar a vela e o leme desta nau.
Graça e paz, então, me sustentarão.
Precioso é o teu pensar;
Tua bondade me seduz.
Pelas trevas me conduz
Essa luz sem par.
Tu que és feito em perfeição;
Tu que és santo em teu falar,
Podes, sempre, me guiar
Rumo à salvação.
Você pode assistir também um clipe feito pelo Rubem Amorese com belas imagens que nos conduzem na meditação desta profunda mensagem.
Esse vídeo narra o evento que dividiu a história em duas eras: o nascimento de Jesus. A história é contada valorizando as raízes culturais e regionais. A poesia nos encanta e é veículo de uma mensagem simples, real e profundamente transformadora…
Extraído de Worldmissions – Redação final: Werner Gitt
Alguma vez você já se perguntou o que resulta da distribuição de folhetos? O relato abaixo, do pastor Dave Smethurst, de Londres, responde essa pergunta:
“É uma história extraordinária a que eu vou contar. Tudo começou há alguns anos em uma Igreja Batista que se reúne no Palácio de Cristal ao Sul de Londres. Estávamos chegando ao final do culto dominical quando um homem se levantou em uma das últimas fileiras de bancos, ergueu sua mão e perguntou: “Pastor, desculpe-me, mas será que eu poderia dar um rápido testemunho?” Olhei para meu relógio e concordei, dizendo: “Você tem três minutos!” O homem logo começou com sua história:
“Mudei-me para cá há pouco tempo. Eu vivia em Sydney, na Austrália. Há alguns meses estive lá visitando alguns parentes e fui passear na rua George. Ela se estende do bairro comercial de Sydney até a área residencial chamada Rock. Um homem baixinho, de aparência um pouco estranha, de cabelos brancos, saiu da entrada de uma loja, entregou-me um folheto e perguntou: ‘Desculpe, mas o senhor é salvo? Se morrer hoje à noite, o senhor irá para o céu?’ – Fiquei perplexo com essas palavras, pois jamais alguém havia me perguntado uma coisa dessas. Agradeci polidamente pelo folheto, mas na viagem de volta para Londres eu me sentia bastante confuso com o episódio. Entrei em contato com um amigo que, graças a Deus, é cristão, e ele me conduziu a Cristo”.
Todos aplaudiram suas palavras e deram-lhe as boas-vindas, pois os batistas gostam de testemunhos desse tipo.
Uma semana depois, voei para Adelaide, no Sul da Austrália. Durante meus três dias de palestras em uma igreja batista local, uma mulher veio se aconselhar comigo. A primeira coisa que fiz foi perguntar sobre sua posição em relação a Jesus Cristo. Ela respondeu:
“Morei em Sydney por algum tempo, e há alguns meses voltei lá para visitar amigos. Estava na rua George fazendo compras quando um homenzinho de aparência curiosa, de cabelos brancos, saiu da entrada de uma loja e veio em minha direção, ofereceu-me um folheto e disse: ‘Desculpe, mas a senhora já é salva? Se morrer hoje, vai para o céu?’ – Essas palavras me deixaram inquieta. De volta a Adelaide, procurei por um pastor de uma igreja batista que ficava perto de minha casa. Depois de conversarmos, ele me conduziu a Cristo. Assim, posso lhe dizer que agora sou crente”. Leia o resto deste post »
Terminei de ler o livro “Mochila nas costas e diário na mão”, uma biografia agradável sobre a vida de Ashbel Green Simonton, primeiro missionário da Igreja Presbiteriana a estabelecer, de forma definitiva, a igreja no Brasil. Ele chegou aqui no dia 12 de agosto de 1859, com 26 anos, e faleceu pouco antes de completar 35. Esta biografia, escrita pelo Rev. Elben Cesar, tem como fonte principal o diário de Simonton, que ele manteve dos 19 aos 33 anos.
O Rev. Elben o descreve como um “crente certinho”. Filho de pais piedosos e neto de pastor, ele cresceu num ambiente piedoso. Teve uma sólida formação religiosa e moral. Portanto, a sua conversão não trouxe, necessariamente, grandes mudanças em termos de caráter, uma vez que sua educação foi toda fundamentada nos princípios cristãos.
O que me chamou a atenção nos seus diários foi o significado que ele deu à sua decisão de seguir a Cristo. Uma decisão que ele relutou muito para tomar, não porque não cresse em Cristo, mas porque sabia que jamais poderia tomar esta decisão sem levar em conta suas implicações para o resto de sua vida.
No dia de sua profissão de fé, quando estava com 22 anos, ele escreveu os quatro compromissos que ele assumiu diante de Deus. Ele diz na introdução deles: “E agora, antes do final desse dia, quero deixar escrito para poder ler e reler o compromisso que hoje, voluntariamente, assumi com Deus”. O compromisso foi: Leia o resto deste post »